7- Apocalipse 18
7- Apocalipse 18
A leitura deste texto isolado chega
porque ele é fortíssimo, mas não deixa as pessoas bem situadas nos significados
deles de fato o que se descreve aqui, o que começa no capítulo anterior.
Uma visão de uma grande meretriz que carrega
então um nome na sua fonte de “Babilônia”, a grande mãe das meretrizes, faz
abominação na terra conforme diz no verso cinco e dezesseis.
É um grande sistema com seus grandes tentáculos
espalhados por toda a terra de fato a descrição que se faz no livro de
apocalipse a cerca de um mundo. É de um mundo extremamente maior que o mundo de
Joao por exemplo, que recebeu essa revelação, porque por mais que o mundo pra
ele próprio fosse interpretado como um último mundo.
Porque cada geração vive o seu tempo
com aquela sensação (escatológica) doutrina dos últimos dias de que aquele é um
tempo, último porque nossa passagem aqui que é simplesmente rápida, pelo
processo. Então ele obviamente olhava pro império Romano e para todas suas
(geografias)estudos dos aspectos da terra, superfície atuais e relações entre o
meio natural e grupo humano.
Conjunto dinâmicas e movimentos, de
natureza social, política, econômica, religiosa espiritual. conjunção de
poderes e de forças a interpretação que ele fazia do que havia por trás
daquilo, uma camada espiritual pra qual a maioria dos humanos estava
completamente cega, e ele olhava para aquilo e obviamente olhava e dizia este é
o mundo do fim.
No entanto ele próprio fala coisas a
cerca desse mundo apocalíptico que transcendiam em muito, as possibilidades do
próprio mundo dele. Contemporaneamente falado, há algumas dimensões que pro
mundo de João era absolutamente ficcionista no apocalipse era um exagero
fenomenais eram inconcebíveis.
Eu por exemplo hoje ou nos últimos dias
e anos lendo o apocalipse quando mais eu li mais obvio ele foi ficando e foi
deixando de se tornar exagerado, e foi perdendo aqueles contornos fantasmagóricos,
grotescos e foi virando um livro fenomenal.
Um mapa uma cartilha, uma descrição do
planeta de como o homem funcionam, de como as forças interagem, de como elas se
conectam. É uma grande arquitetura é uma grande construção e na medida que os
anos foram passando você vai olhando aquilo e você vai dizendo meu Deus tá tudo
aqui ,pode ser que eu esteja a semelhança de João apenas fazendo a minha própria
leitura do meu mundo a luz daquilo que outras ,muitas coisas ainda venham
acontecer. Todavia até aonde a minha consciência me levas eu digo sem nenhuma
leviandade, eu digo que eu me sinto vivendo num mundo e num tempo no planeta
terra na civilização humana que torna o livro do apocalipse não mais um
exagero.
Se você chamar um ambientalista para
falar no assunto com linguagem ambiental, você vai ver que o apocalipse não é
mais um exagero, se você chamar qualquer especialista de qualquer natureza e área
pra falar da grande visão do planeta a partir daquelas perspectivas.
Compara com isso aqui que você vai ver
que nada é mais um exagero, porque está tudo ficando igual o potencial, está
instalado ironicamente falando o nome da nossa civilização.
Hoje é civilização global, a gente
celebra essa coisa extraordinária, essa conexão que sem a qual a gente não
consegue, mais vivem entre os humanos. E que é ela mesma que nos mata, que nos
sufoca porque para mantê-la a gente precisa morrer, é preciso matar a terra para
manter o sistema.
É preciso destruir todos os recursos do
planeta para sustentar nosso meio de vida, e quando o sonho de consumo da
humanidade é que o padrão meio americano se socializa pelo planeta inteiro. Nós
estamos dizendo o seguinte, simplesmente que nós gostaríamos que a terra
existisse no máximo por mais quinze anos.
Porque o planeta não suportar manter os
(7) bilhões de habitantes da terra vivendo no padrão de vida média americano,
porque os estados unidos sozinho com seus trezentos e tantos milhões de
habitantes consumem quarenta por cento da energia do planeta.
De modo que se você fizer isso se tornam
global, a gente morre com isso, fica a sentença de que o nosso próprio estilo
de vida é o que nos mata.
Aí você diz eu sai de casa para ouvir tudo
isso. Sinceramente não sou de nenhum partido político, nem estou fazendo
propaganda; eu sou apenas uma voz do evangelho. Eu estou dizendo tudo isto para
mostrar que a gente vive num tempo aonde essa grande babilônia está presente,
ela não tem uma geografia muito fixa ela é tentacular.
Ela abraça o mundo inteiro em todas as
áreas a discrição aqui vai dar dimensão econômica, as implicações comerciais,
trocas, venda de produto, isso aquilo, vai pra lá vai pra cá, entra no mundo
das sensibilidades humanas das músicas das artes, um monte de outras
propagandas.
Abraça os reis e os reinos tudo depenmde3
dela, a um grande centro consumidor de todas as coisas e ali também emana um
poder de escravizar almas humanas.
O texto na sua consequência diz que
essa coisa enorme, essa Malhas poderosa não apenas troca canela, farinha, toda
sorte de madeira produto, não é apenas um mundo de comercio é de muita adulação
política e de muitos interesses de toda sorte de manipulações, barganhas e
controle.
Quando há alguma coisa mais poderosa no
centro que irradia um poder tiranizante que controla a dor de mentes que chega
ao ponto que até mesmo de escravizar almas humanas. Psique antropológico diz o
texto no grego, almas de homens, almas de gente.
E essa é provavelmente a nossa maior
luta, porque eu fico lidando com pessoas e fico observando o nível de tirania
de bombardeio de controle, de indução de sugestão de condicionamento, de
fomentamento de necessidade de geração de consumo de interesses que não existe
no indivíduo.
Mas são construídos, é uma fabricação
tão grande de tantas fantasias, de tanta necessidade, que as pessoas vivem o
dia inteiro perseguindo o que a babilônia diz e o que a babilônia diz? É a
minha necessidade, ninguém vive mais sem aquela marca, sem aquele selo, sem
aquele registro, sem aquele vinculo.
Todas as suas produções se transformam
em necessidade como se fosse pão, de tal modo que a vida humana não vive. O pão
não basta, se inventará sempre alguma coisa pra se colocar algo num movimento
angustiado, escravizado numa pulsão e agonia que não cessa.
Aí diz que agora é assim que se é,
nestes cinquenta anos a civilização humana parece mutante, cada década as
coisas mudam radicalmente. Tanto é o desespero das pessoas de tão rápidos que
são os processos.
Você nunca sabe quem é a pessoa num dia
está de um jeito no outro dia de outro jeito, porque conforme as suas
necessidades elas vão crescendo e crescendo e aí você vê um dia um indivíduo
que foi um ser de alma simples , tranquila e focada; mas na medida que o tempo
foi passando se tornou completamente complexificada ,perdida ,angustiada
porque não sabe mais quantas mil humilhações, chamados e vai nessa legião
de convocação de exteriores a ele que geram toda sorte de pulsões .
O indivíduo não tem nem a coragem de parar
e de se perguntar se aquilo é necessário, se faz sentido, se é assim mesmo, se
não é uma imposição.
Se não é uma ditadura, se não é uma
necessidade criada, se não é apenas um demônio de um consumo não apenas exterior,
mas também interior e existencial que transforma o indivíduo num sanguessuga
insaciável. E esse é o controle, esse é o poder, isso é o mundo e a cerca desse
mundo que o novo testamento fala que jesus fala que Paulo fala não é a cerca
desse mundo que a igreja fala.
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