51- Paulo

51- Paulo 
Paulo observa duas leis agindo no corpo dele, uma pela psique outra no próprio corpo.
A minha mente diz uma coisa e o meu corpo diz uma outra totalmente diferente, ou seja, uma dicotomia existencial uma lei despreza a outra.
Tem sacrifício que fala de quem eu sou, e tem sacrifício que fala de quem Deus é para mim.
Qual é então a minha natureza humana, quais são as bases dessas estruturas.
Então na verdade saber quem eu sou me dá um enorme desassossego, me dá expectativas ruim, e amputa a vida. Me dá expectativas de juízo em quase todo o tempo, isso acontece quando percebo quem eu sou.
Isso pé quando você dá de cara com você mesmo e percebe que está longe da graça de Deus, aí você mergulha num processo de adoecimento.
Vem nervosos, neurose psicoses, conflitos internos e externos porque agora você se viu e você se desprezou.
Então eu sei que as melhores intenções de um santo ainda são invadidas, persuadidas por pecado isto é antes. Antes de Freud, Paulo, aqui diz quem eu sou estou nu diante de Deus.
Tudo o que acontece em torno de Jesus são simbolizações, sombras, projeções do que Jesus um dia iria consumar, finalizar definitivamente ao nosso favor como ele veio a fazer na cruz.
Agora se jesus é a consumação disso tudo se nele todas as coisas ganham suas convergências e realização final, significa então que o restante é simbolização para toda conversão.
Então a preocupação de deus não é com cabras, cordeiro, bois nada disso, mas era em apresentar para cada um de nós a sua graça e semelhança dele em toda nossa vida.
Ou seja, as nossas extremas dificuldades em nos relacionar conosco, nos leva ao divã, nos abatendo ao extremo.


  




Comentários