24- Romanos 8:19
24- Romanos
8:19
Paulo afirma aqui dizendo que a criação
sofre um adicional de peso na vaidade que sobre ele foi posto para que ela
também seja redimida do cativeiro da corrupção.
Ele afirma também que a criação geme e
suporta angustias até agora e não somente ela, mas também nós que temos as
primícias do espirito em nós.
Assim para Paulo quanto mais no
espirito se é e vive mais se ouve os gemidos da criação e mais se entende que
ela aguarda ansiosa a própria redenção
Sim redenção desse ciclo de morte
feitas com perversidade e de cujo ciclo nós os humanos somos os agentes da
vaidade e dom para as demais criaturas, isto quando nossas ações as extinguem.
Nossa mera existência em desarmonia com
Deus conosco, com o próximo e com a criação já abala a existência energética de
todas as coisas vivas a nossa volta.
O profeta Oseias diz que por cousa do
pecado dos humanos contra os próprios humanos tanto peixes quanto aves e
arvores morreriam a sua volta.
De fato, Paulo diz que gememos e
suportamos angustias apesar de sermos as primícias do espirito santo entre os
humanos, ou seja, apesar de sermos aqueles que olhamos o universo como tendo o
significado do amor de Deus.
Ele fala aqui de algumas angustias
humanas na carta aos Romanos.
Ele fala da dor essencial da psicose
básica de todos os humanos (Rm7), então ele diz ele nos livra dela, dizendo que
em cristo toda condenação da lei cessou.
Ele afirma que agora somos filhos e
herdeiros de todas as promessas divinas pois Deus já se reconciliou conosco.
Porque fomos abraçados e já recebemos o anel do nosso dedos e sandálias, nos
nossos pés essa foi ordenado o início da festa no reino (Rm 8 e le 15).
Paulo fala aqui de uma expectativa que
está fora de nós, que se compromete a nós mais não de nós para com ele. É uma
ação pronta e natural do espirito. Ele afirma aqui que o gemido é transformado
em processo de crescimento pois é o olhar que através do olhar da esperança.
Aqui então ele nos ensina que nesta
existência o que é contra nós não é a dor, nem a tribulação, nem aflições, nem
a fome, nem a nudez ou a espada, mas sim o que fazemos ou não fazemos da
consciência do amor de Deus que pelo evangelho nos foi transmitida.
Então de fato o que aqui interessa não
é se eu sou ou não poupado da tribulação mas sim se estou livre do medo da
culpa da fobia da condenação ,do terror do acusador e de todas as coisas as
quais são as únicas que podem nos impedir privar de provar o amor de Deus como
benéfico para o existir.
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