16- DIANTE DO TRONO (2) APOCALIPSE 4


16- DIANTE DO TRONO (2) APOCALIPSE 4
Eu início esse texto dizendo que o trono do Deus vivo é o centro do universo e precisa está no centro de nossas vidas.
Portanto todos os momentos de avivamento na história da fé aconteceram porque pessoas chegaram próximas ao trono, tiveram uma visão do trono, ficaram perplexa diante do trono.
Avivamento sem trono é um avivamento sem temor e sem tremor, portanto o avivamento sem temor e sem tremor que decorre da genuína percepção do caráter da santidade de Deus conforme expressa simbolismo do trono, não há na alegria da igreja nada além de uma euforia inconsequente e seria, ou seja, só há genuína alegria espiritual diante do trono.
A pergunta dessa noite é o que se tem que fazer para que se seja objeto de um genuíno avivamento, e a minha resposta é dúbia ,é ambígua e a primeira é eu não sei ,eu não sei simplesmente porque jesus disse o vento sopra onde quer e ouve a sua voz e não sabe onde vem e nem para onde vai e sopra aonde quer .
Então se você procura uma receita eu lamento do meu ponto de vista você vai sair daqui frustrado, porque eu não sei, não sei no absoluto, mais sei sobre as coisas relativas.
Que sempre são presentes quando a gente vê movimentos, e avivamentos acontecem, e essas coisas que sempre são presentes são essas a acerca das quais eu gostaria de falar nessa noite.
São aquelas realidades definidas aqui por nós no apocalipse como símbolos da realeza de Deus. Quais são por tanto as teologias do trono que podem nos ajudar a manter sadias as teologias de avivamentos.
Aqui nesse cap. quatro aparecem algumas teologias do trono que brotam que nascem que vem deste simbolismo, que definem, que marcam características do trono de Deus.
Nós temos aqui9 os melhores e mais firmes símbolos do trono de Deus, e são esses símbolos do trono de Deus que nos fornecem os melhores referenciais para aquilo que podemos chamar de teologia do avivamento.
A pergunta agora é que símbolo são esses e que teologia nascem, brotam, são desencadeadas a partir desses símbolos.
O primeiro símbolo é esse alguém que está no trono, que eu chamo aqui de a teologia do mistério de Deus. Porque se diz que o trono de Deus é o lugar da mais absoluta indefinibilidade, o trono de Deus é o lugar das mais profundas perplexidade teológica, o trono de Deus é indefinível e Deus mais indefinível ainda.
O apocalipse não nos apresenta uma teologia faz teologia da vontade e da história da vida humana. Nesse sentido buscando com essa profundidade de decernir os comportamentos humanos mais não pode fazer uma teologia do trono, nem muito menos uma teologia de Deus.
Teologia de Deus não existe porque o que está escrito aqui no apocalipse está fora da possibilidade de teologizar Deus, porque Deus é inexplicável.
Ele é aquele que é o mistério absoluto, ele é aquele no qual as palavras desaparecem, ele é aquele que toda linguagem é pequena, ele é aquele que está para além de qualquer especulação.
Porque o texto diz imediatamente me achei em espirito e eis que achava nos céus um trono e no trono alguém sentado, e esse ali sentado é semelhante o aspecto da pedra de jaspe, e de sardônica, aqui as palavras afirma o mistério radical e absoluto do ser de Deus.
A primeira palavra é a quem João nem ousa dar nome, a esses poderes dos poderes, mas diz alguém Deus na sua falta de explicação Deus pra ele é alguém sentado no trono.
E sabe-se que é pessoa, porque não é algo, não é alguma coisa, não é uma energia pessoal na nova era é alguém que é pessoa santa. 
E é a causa pessoal de toda existência humana e por que ele é que eu sou, e porque ele se conhece que na minha virtude sou e sei de mim e alguém pessoa e causa de todas as pessoalidades e de todas autos compreensões.
Qualquer tentativa de ir além disso pode imoraliza-lo temos que tomar cuidado com as teologias dos atos de Deus. Essa teologia que você aguarda o diário, e o calendário das atividades divinas pra semana que vem.
O interessante que a pessoa diz que foi amigo Deus foi o sujeito que levou o maior susto divino na história que foi Abraão, amigo, amigo, amigo, mas com susto. Por que ser amigo de e confiar nele e não saber a sua agenda. Ser amigo de Deus é andar com ele sem saber pra onde ele está indo, não importa eu vou junto.
Veja que palavra ridícula aqui que aparece para definir Deus. Esse João, diz há alguém sentado no trono, esse que está sentado no trono que descreve como ele é veja que de um lado é alguém, e quando se refere a esse alguém ele só diz esse. Por que não há pra Deus definições concretas, nem imagináveis visíveis ou invisíveis.
Nós temos aqui a menção mais referente possível do ser e do status de Deus ele é isso totalmente independente, totalmente ele totalmente da possibilidade de ser administrado e domesticado ele é esse.
Ele também é semelhante, alguém e esse e ele diz é semelhante o aspecto ou a pedra de jaspe e de sardônica, aqui o temos de associar Deus a altura, aqui temos de fazer teologia, a Deus limites. João aqui nos faz uma advertência implícita, acerca das necessidades que conservamos no coração, o temor de associar a Deus a criatura.
Por que esse temor deve ser tão grande que João ousa falar de Deus por comparações. 
Eu vejo que há alguém lá ele é esse totalmente outro o aspecto é de semelhante. João abre aqui parentes eu não estou afirmando nada, eu apenas estou dizendo meu Deus e meu senhor que tu es semelhante a jaspe e sardônica.
Avivamento só há diante da perplexidade de Deus não há sinal de avivamento sem esse encontro real com o trono de Deus, tem que haver perplexidade não há avivamento sem que a alma olhe pra ele sem explicações e se humilhe diante dele e se encurve diante do mistério dele e fique embasbacado diante do mistério dele e de sua realeza.
Avivamento não gera grandes provações teológicas, avivamento gera sim, a, mas lucida e reverente ignorância teológica.
Por que você chega e diz eu não tenho nenhuma pretensão de saber quem ele é, por que eu sei quem ele é, eu sei quem ele é. E esse é a mais lucida e reverente afirmação que uma pessoa pode dar diante de ser, que João aqui descreve como ele, como  semelhante, como assentado no trono.
Só ele é digno dessa honra e gloria para sempre.
Outro símbolo do trono, que pode nos ajudar discernir, teologia pra avivamento sérios, são as vozes e os trovões, aqui que trovão proceder o que, saem relâmpagos, vozes e trovões.
Isso nos ensina uma coisa, teologia do trono que fazem pessoas temer e tremer diante de Deus. Tem que levar em consideração o juízo divino, pregação de avivamento que não passe pelo juízo divino e apenas um massagiário evangélico ter templos que é uma casa de massagem espiritual.
O apocalipse faz questão de repetir essa frase, que do trono sai relâmpago, vozes e trovões e a mais enfática dela e que aparece no cap. Oito e ver. Cinco, que diz e o anjo tomou o incensário encheu de fogo o altar e o atirou na terra e foram trovoes vozes, relâmpagos e terremotos.
Veja agora como isso é importante, por que é a teologia da oração. Observe que os trovões os relâmpagos vozes e terremotos não são provocadas por grandes seres, nem por seres anônimos gente que nem nome tem, gente não aparece no jornal nacional.
Não são resultados de grandes movimentos políticos. Mas de gestos inocentes poucos, não sobre os efeitos de sofisticadas, mas de fumaça perfumadas e não ao decididos, mas grandes capitais do império e poder constituído em si como Boston, ou Brasília, mas na presença daquele que se acha assentado no trono.







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