“Mateus 4:1-11”

“Mateus 4:1-11”


   A tentação em si é terrível não pelo que ela é, mas pelo que ela desvia você de si.
   Vivemos [2] duas tentações um dicotômico a boa que eu gosto e a ruim que eu não gosto. Tem muitas coisas legais pra se fazer, mas se eu as fizer eu me perco, tem muita gente legal pra se conhecer, mas se eu ficar com ela eu me estrego. Trabalho também.
   O problema que a maioria das propostas são irrecusável e do bem, mas se eu fizer.
   Eu quero falar sobre a tentação sutil e linda sem nenhum elemento grotesco nela ao contrário, ela vem cheia do melhor espirito da melhor atitude humana, do melhor desejo de preservação da vida diferente dessas de Mateus [4].
   É claro com o inexplicável (pula, transforma) existe a tentação do bem do logico, do ético, da salvação, dos ideais. São tentações não pelo que propõe, mostrem, pelo convite que façam, pela porta que abrem.
   É quando a tentação não é a coisa em si, mas o desvio que aquela coisa boa provocará em mim, pois não sou desviado do compromisso da vida pelas coisas explicitamente más ou grotescamente arrogantes.
    Existem coisas que em si não é mal, ou seja, olhando praquilo não é possível fazer nenhum juízo atribuindo perversidade na coisa em si. Não é nenhum ethos (moral) é algo que se transforma numa perversão pra mim.
    Vence tentação que pede que transforme pedra em pães e razoavelmente tranquilo.
    Isso acontece até você encontrar o bem como tentação, o mal é fácil discernir, nisso Deus te da algo e você percebe que tem poder de multiplicação, e não percebe, mas que aquilo ta desviando de você e de Deus.
   Tem pessoas do bem cheias de bondade e diz pra você faz isso aqui que vai dar certo, e você olha e diz, nossa que maravilha só que não é pra mim.
   Ethos origem grega que significa moral, caráter conjuntos de hábitos ou crenças que define uma comunidade ou nação.








Comentários